Ao fim de vinte anos pensa-se que não há muito para aprender porque somos novos e não temos experiencia suficiente de vida para saber do que falamos. Errado. A cada ano acrescenta-se umas coisinhas a mais à nossa sabedoria, sabendo como absorver cada ponta de informação útil que a vida descarrega em nós. É diferente porque há aquela responsabilidade de ser adulto mas não ser demasiado adulto. Cresce uma vontade de ser livre mas não muito livre visto que com a liberdade vem responsabilidades pesadas. É um misto de sentimentos e não sei lidar com isso além de viver cada dia com intensidade e inspiração. E, então, juntei uma pequena lista de 20 coisas que aprendi nos últimos 20 anos. 
  1. Não tens de te justificar sempre, podes apagar a necessidade de dar sempre uma resposta por tudo o que fazes.
  2. O karma é real. Vai acabar por apanhar toda gente que faz mal, de uma maneira ou de outra.
  3. As coisas que ficam para ti ninguém pode arruinar porque, muitas das vezes, ficam sem efeito porque alguém disse algo prejudicial sobre isso.
  4. Faz as coisas por ti. Vais acabar por perder a motivação se fizeres as coisas pelos outros.
  5. Respira. Para por um pouco e inspira o ar que te rodeia. Saboreia o facto de ainda estares vivo(a) e poderes controlar o teu futuro.
  6. Compara-te apenas a quem foste. De nada adianta a comparação constante a quem vês nas redes sociais ou a passar pela rua, a vida de ninguém é perfeita.
  7. Aprecia as mais pequenas coisas. É desta maneira que te tornas mais feliz.
  8. Orgulha-te dos mais pequenos sucessos e dos maiores falhanços. Aceita o que fazes de errado porque é sempre uma maneira de aprenderes mais e melhor.
  9. Sê sempre sincero(a). Independentemente se magoa ou não, sinceridade é o melhor caminho a seguir.
  10. O tempo passa depressa, então aproveita enquanto há tempo para viver.
  11. Afasta-te do que é tóxico. Pessoas, fases da vida, tudo. Nada nem ninguém merece o teu tempo se te faz infeliz.
  12. Vive consoante as tuas expectativas, não as dos outros. Não importa se o outro começou ao mesmo tempo que tu e está mais avançado. O que importa é que não desististe.
  13. Sai da tua zona de conforto. É uma das melhores maneira de te acontecer as melhores coisas. 
  14. Sentir é uma benção. Não te massacres por ser demasiado sentimental, isso significa que vives.
  15. As pessoas vão embora e está tudo bem. Há pessoas que são só uma ajuda para chegar a outra fase da tua vida ou a outras pessoas.
  16. Tem coragem. Deixa-te sentir mesmo que doa, deixa-me levar mesmo que te percas. Corre mesmo que caias. Ter demasiada percausão não te deixa viver a vida no seu pleno.
  17. Amanhã é um novo dia. Todos os dias podes começar algo novo, de uma maneira nova. Não precisas de estar constantemente agarrado(a) a algo pois amanhã podes mudá-lo.
  18. Sê gentil. Sempre, com toda gente, mesmo que te magoem. 
  19. As redes sociais não definem relações. Não preciso de estar sempre a publicar fotografias com o meu namorado ou amigos para dizer que ainda me dou com eles. Não preciso de fazer discursos longos para mostrar que me importo. São as pequenas coisas que fazem que realmente importa.
  20. Esforça-te, mas não forçes. Aprende a saber quando é suficiente. Não adianta estares a forçar algo que simplesmente não é para acontecer naquele momento da tua vida. É preciso saber deixar ir para poder voltar.
O material escolar acaba por se tornar muito básico na universidade já que grande parte das vezes os alunos preferem utilizar computador invés de outro método. Acaba por depender de como cada pessoa aprende e quais as suas preferências.
Tenho duas capas de argolas: uma de lombada grande para colocar todas as folhas que deixo de precisar ao longo do semestre (e, também, coloco todas as folhas lá quando passo para o semestre seguinte) e uma mais pequena para poder carregar para a universidade e onde coloco as folhas que possa vir a precisar durante as aulas.


Nas aulas em que era permitido computadores, como por exemplo, numa aula em que se baseava em história dos alemães comecei por colocar o título a itálico, o subtitulo a negrito e a data no canto superior direito, com uma linha divisória abaixo. Escrevia toda a informação que achava relevante, assim como traduções de documentos que o professor fornecia, palavras chaves alemãs que era necessário sabermos o que significavam, etapas de determinados eventos, entre outras coisas. 


Quando se tratava de comparar entre uma época e outra, fazia uma tabela com 3 colunas. Dos lados laterais colocava a informação da comparação e no meio escrevia tema que estava a comparar.


Como era uma disciplina que requeria saber datas e conceitos, criei uma cronologia separando as diferentes épocas e os seus respetivos nomes, em conjunto com uma lista de conceitos que achava importante saber. 


Após imprimir as páginas, usava os sublinhadores para destacar ainda mais as coisas importantes já que o uso de cores ajuda-me a lembrar melhor.
Quando precisava de usar papel e caneta para escrever, tentava usar a forma mais criativa e divertida de fazer os resumos. Juntava banners e diferentes linhas de separação entre os títulos e o resto da informação como tracejado ou ondulado, diferentes cores, setas ou esquemas. Usava post-its para colocar informação que lia nos artigos recomendados pelos professores ou informação extra que me tinha esquecido de por enquanto estava a escrever. 


Para escrever, estes são os materiais que utilizo. Os sublinhadores são em formato caneta da marca Staples, assim como as canetas de gel pretas. As canetas azuis são da BIC. O pack de 30 canetas de cor é da marca Staedtler triplus fineliner (já as comprei no inicio do ano passado e continuam boas já que por vezes me esquecia de colocar a tampa no sítio, o que não as fez secar).


Em termos de essenciais, o mais importante de todos é levar sempre uma pen para a universidade pois ou os professores passam ficheiros que não são permitidos colocar na plataforma da universidade ou acabam por ir para os computadores da universidade e é mais fácil colocar o trabalho que estavam a fazer numa pen do que enviar para o e-mail.
Um outro essencial é ter um agrafador em casa ou um pequeno na mochila porque muitas vezes é necessário entregar trabalhos em papel aos professores e já me aconteceu não ter como juntar os papéis.
Um furador também é bom ter pois, como é o meu caso, uso uma capa de argolas e é necessário furar as folhas que imprimo ou que os professores dão.
Uma agenda vai fazer toda a diferença na vossa organização durante o ano letivo para apontar o que precisam de fazer, quando são os testes e a entrega dos trabalhos. Não acrescentei fotografia da minha agenda porque, de momento, estou a fazer um bullet journal o que é-me mais fácil e divertido de fazer.


Com isto, desejo-vos um bom ano letivo e acreditem em vocês!

1. Carga horária
A carga horária é um pouco mais pequena do que no secundário MAS vais reparar que vais ter de estudar muito mais do que no secundário. Há cerca de 2 a 4 horas por cada cadeira, apenas 6 cadeiras. Não parece muito vai acabar por compensar no estudo extra que se tem de fazer.

2. Estudo
Como disse, o estudo é muito mais intenso do que no secundário. Eu notei uma leve diferença entre o secundário e a universidade (a minha escola já era exigente). Eu tenho dificuldades de concentração o que me obriga a ter de estudar sempre mais do que os outros. Por exemplo, o que estudo em 5 horas há quem consiga estudar numa hora. Então, para mim, já é natural ter de estudar. Tenho melhores notas agora porque, também, uma coisa ainda mais especificada de que gosto, o que ajuda bastante para estudar porque não trocaria o curso onde estou por outro. Preparem-se para passar meses sem nada e no final do semestre ter tudo junto.

2. Professores
Na minha opinião, não há muita diferença entre os professores em termos de distanciamento. Já tive uma aula em que eramos 100 e tal alunos e o professor nunca teve uma atitude de se afastar dos alunos para apenas lecionar e não tirar dúvidas. A verdade é que eles estão lá para ensinar as bases e, em casa, os alunos é que têm de aprofundar o estudo para, também, perceber onde tem dúvidas. No entanto eles oferecem sempre disponibilidade e o seu contacto de email, dão horas de atendimento ao aluno, o que é bom para tirar as dúvidas em tudo.

3. Trabalhos
Não basta apenas copiar e colar num powerpoint, cheio de links da wikipedia - a isso chama-se plágio, coisa que os professores estão sempre atentos, acreditem. Os ensaios (essays) têm de ser feitos com estrutura, formais, com o teu próprio ponto de vista, usar referência caso se use citações ou o trabalho de alguém. Tem de ter bibliografia de uma certa maneira, as citações são de uma certa maneira, usar livros invés de páginas da internet (alguns professores até dizem que só aceitam informação de livros). Usar a tua opinião é bastante importante porque é um ensaio sobre um tema em que tens de desintegrar a pesquisa que fizeste.

4. Manuais
Não existe manuais na universidade, apenas fotocópias (no meu caso, pelo menos). Em direito, pelo pouco que sei, necessita-se de comprar livros mas que acabam por ser utilizados pela licenciatura ou mestrado.

5. Intervalo
Não há intervalos. Não existe um toque que te ajuda a identificar quando a aula acaba. São os professores que te dizem quando a aula acaba e, normalmente, dão 10 minutos para sair mais cedo para que possas ir à casa de banho, comer qualquer coisa, mudar de sala. No caso de aulas com mais de duas aulas, como disse no post anterior, há sim um intervalo de 10 a 20 minutos. 

6. Permissões
Igualmente, depende dos professores, mas a maioria deixa o aluno sair da sala para ir à casa de banho sem ter de levantar o dedo no ar. Também podes comer nas aulas ou beber café porque há aulas que começam muito cedo e os professores não se importam. É claro que ir comer frango assado para a aula é um pouco exagerado mas bolachas e coisas simples é permitido.

7. Material Escolar
Eu vou fazer um post sobre o material escolar que eu tenho. Não é preciso muito mas depende de como vocês estudam. Eu sou uma aprendiz visual e usando a escrita/audição. Isso significa que usando cores, efeitos, desenhos, uma letra bonita e repetindo verbalmente o que escrevo me ajuda a aprender melhor. Assim, usar canetas de diferentes cores e post-its é algo necessário para mim. Para outras pessoas basta uma caneta azul, uma preta e uma vermelha. Vai variar bastante de pessoa para pessoa (ainda que ache que não é a mesma despesa que é no secundário ou básico).

8. Amigos
Na minha opinião, acaba-se por conhecer aqueles amigos para a vida porque são ainda mais parecidos com vocês. As mentalidades são mais evoluídas (algumas, vá) e há mais maturidade (alguma, pronto), resultando em menos drama (quem quero eu enganar, continua a haver drama, demasiado para quem já é um jovem adulto). Novamente, não é necessário ir para a praxe para fazerem amigos, tirem essa ideia da cabeça. Podem fazer amigos com pessoas fora da praxe, não há nada de errado nisso.

9. Apontamentos
Os professores fornecem slides e certas informações mas os verdadeiros apontamentos e aquilo que realmente importa é, muitas das vezes, o que eles falam. Há sempre dicas que os professores dão sobre coisas que sai nos testes ou sobre o que é importante. A maior parte das vezes os slides apenas contém pontos da informação importante em que, caso não estejas atento, não vais perceber o contexto dos pontos. O contrário acontecia no secundário em que tudo estava no livro e nos documentos que os professores davam.

10. Faltas
As faltas importam sim. Esqueçam isso de faltar sempre porque quem falta a 2/3 das aulas vai a exame. No entanto, pode-se dar mais faltas do que no secundário e não há necessidade de justificar porque, além de não adiantar de nada, ninguém vos pede justificação. 


Entrei na universidade, como faço a matrícula?
Após saberem que entram no curso que se candidataram, têm de fazer a matrícula/inscrição. 
No meu caso, eu fui à própria universidade já que vivo na mesma cidade que a mesma. Os documentos necessários são o documento de identificação civil e fiscal, o boletim individual de saúde, comprovativo de ter válida a vacina antitetânica e o comprovativo de realização dos pré-requisitos, se aplicável Se forem ao site da universidade que entrarem têm lá todas as informações sobre o que precisam e como fazer, onde se dirigir, tudo. 

Como funciona o ano letivo na universidade?
Há dois semestres: o primeiro é desde setembro a janeiro, o segundo desde fevereiro a julho. As "férias" de Natal e da Páscoa resumem-se a uma semana (mais dia menos dia). Entre janeiro e fevereiro há um intervalo de 3 semanas em que (pelo menos na minha universidade) acontece os exames para quem não passou à disciplina.

Cadeiras e métodos de avaliação?
Têm cerca de 5 a 6 cadeiras (disciplinas) por semestre, muitas delas sendo a continuação do que deram no semestre anterior. Cada cadeira tem cerca de 3 a 4 horas de duração por semana (parece muito mas acaba por haver muito tempo livre). Têm direito a 15 minutos de intervalo nas cadeiras que são três horas seguidas e, às vezes, o professor até deixa sair mais cedo invés de dar o intervalo.
Em termos de métodos de avaliação difere muito de universidade para universidade e de disciplina para disciplina. No caso da minha universidade é tudo por avaliação contínua - isso quer dizer que é-se avaliado durante o semestre inteiro e só se não passarem é que vão a exame. Há universidades em que a avaliação é feita somente por frequências. Em relação à avaliação contínua pode ser por testes, trabalhos, portfolios, mini-testes, fichas de consulta, avaliações orais, há professores que dão valor extra se forem a dois terços das aulas, depende muito.

O que são ECT's?
Cada cadeira vale x ECT's. Com o novo Acordo de Bolonha permite-se que o trabalho do aluno fora das aulas seja contabilizado também. Isto é avaliado perante os inquéritos que se tem de responder no final de cada semestre. Mais informações pode-se carregar aqui.

O que esperar dos primeiros dias e integração?
Bom, eu entrei na terceira fase (ou seja, só entrei em outubro) então não sei bem como são os momentos de integração da primeira e segunda fase. No entanto, a primeira semana serve para irem à universidade fazer a inscrição e decidem se querem ir para a praxe ou não. As aulas tendem a ser leves porque os professores entendem que é uma transição enorme do secundário para a universidade. No meu caso, a integração foi um pouco complicada porque além de já haver pessoas que se conheciam e eu só conhecia uma pessoa que, inclusive, já tinha o seu grupinho e sentia-me sempre mal por estar ali no meio só porque sim. Acabei por entrar na praxe e lembro-me de acharem que me achava melhor do que os outros porque era calada. Só no segundo semestre é que comecei a soltar-me e a falar melhor com as pessoas. Contudo, a minha dica é para se lembrarem que vocês estão todos na mesma situação em que o mundo da universidade é totalmente novo, ninguém se conhece, alguns tiveram até de mudar de cidade, é uma oportunidade para fazerem amizades boas.

O que esperar do resto do ano?
Para alguém que entrou depois de as pessoas já se conhecerem e de já haver matéria para estudar, eu acho que o primeiro ano, principalmente o primeiro semestre, é o mais básico visto que estão a dar a introduções sobre as cadeiras do curso. Os restantes semestres são mais intensos e, apesar de as aulas serem longas, muito do trabalho de aprendizagem é feito em casa por ti mesmo. Irão precisar de ler imensa coisa, especialmente para fazer os ensaios (trabalhos de opinião em que não podem copiar e colar como se fazia no secundário). É preciso outro esforço por parte dos alunos porque são imensos estudantes numa só sala.

Praxe: sim ou não?
Há muitas reportagens e notícias daquilo que dizem que a praxe é. Sinceramente, se há algo de mal acontecer na praxe então não é praxe. A praxe é suposto ser outra maneira de integrar os alunos, não de os castigar e humilhar como se tivessem feito algo de mal.
Eu sempre disse que não iria participar nestas atividades exatamente pelo que via na televisão mas decidi ir de mente aberta para a nova fase da minha vida e não me arrependo. Como é óbvio, sim, vocês vão se sujar, vão rebolar no chão, vão encher (fazer flexões ou agachamentos), vão gritar com vocês, mas nada que atinja a vossa integridade física ou psicologia. Podem negar algo que vos mandem fazer se acharem excessivo e podem nem sequer participar nas praxes de todo. Ninguém vos obriga a ir para lá.
Caso a preocupação seja o facto de achar que não vão fazer amigos se não forem para as praxes, estão errados - duas das minhas melhores amigas não foram parte da praxe e não foi por isso que não as conheci.

Vou ter de gastar muito dinheiro em livros?
Isto vai depender muito do curso porque, por exemplo, em Direito sei que é necessário comprar os livros porque vão utilizar durante a licenciatura toda e, quem sabe, o mestrado e doutoramento. No meu caso, os únicos livros que comprei foram livros de histórias (os clássicos que se tem de ler em literatura e até esses consegui emprestados ou na internet). Muitos dos professores deixam packs de fotocópias na papelaria da universidade para tirarem cópias o que facilita bastante a carteira.

Erasmus: sim ou não?
Absolutamente - sim. Eu não pude participar em Erasmus porque não tive possibilidades mas aconselho vivamente quem possa porque é sempre outra experiência adicionar à vossa vida e aos vossos conhecimentos. Como estudo línguas e culturas, seria uma boa oportunidade para por em prática as línguas que estudo e aprender ainda mais sobre as culturas que também estudo.
O diretor do vosso curso depois informar-vos-á mas a candidatura terá de ser feita cedo porque o prazo é até fevereiro ou março, não tenho a certeza. Há também uma bolsa adicional que podem obter para pagar as despesas que irão ter no país para onde vão, sendo que as propinas que têm de pagar são as da universidade onde entraram e não a universidade para onde vão fazer erasmus.

Há outras formas de conhecer pessoas na universidade?
Para quem não sabe, existe jantares de curso organizados pelos restantes membros do curso. Os jantares é uma forma de reunir todos os anos do curso onde ingressam para se conhecerem.
Há também clubes e associações dentro da universidade onde podem entrar, assim como participar em conferências onde normalmente há sempre vaga para ajudar a organizá-las.

E sobre as residências?
As residências, para quem não sabe, são quartos que a universidade disponibiliza para os alunos que são de fora da cidade da universidade. Normalmente basta pesquisar no site da universidade que aparece informação sobre o valor, o que compõe cada quarto, como se inscrever para ter um quarto, perguntas assim. Pode-se escolher quarto duplo, quarto individual, quarto suíte e os preços variam bastante de universidade para universidade. (Pelo que li, há um suplemento para quem tem bolsa para pagar a residência, ou seja, acaba por ajudar a pagar as despesas.)
Perguntei a duas amigas minhas se gostava de estar na residência e aqui estão as respostas: "Sim!! É uma maneira de ter independência sem gastar muito dinheiro num quarto. Além disso há regras para o barulho durante a noite, o que para mim é uma mais valia. E como normalmente a localização é boa e perto da universidade/bares podes na mesma ir festejar sempre que quiseres."
"Sim, acho que nos faz ver as coisas de uma forma diferente. Apreciamos mais a nossa privacidade mas também apreciando alguma convivência com outras pessoas que não são propriamente nossas amigas. Às vezes um bom dia ou uma pequena troca de palavras bastava para tornar o facto de não gostar tanto de estar com tantas pessoas em algo melhor. No entanto, acho que acontece o mesmo em apartamentos, se nos dermos bem com as pessoas claro."

E as Bolsas?
A candidatura à bolsa é feita assim que se sabe em que universidade se entra. É feito no site da DGES, tendo de preencher um formulário detalhado e entregar documentos que permitem mostrar toda a tua situação financeira. A bolsa é dividida em escalões, havendo, por exemplo, uma bolsa parcial que só paga metade das propinas, uma bolsa que paga apenas as propinas, bolsas com valores muito superiores para também poder ajudar os custos adicionais.
Há também a bolsa Superior+ em que é dada a quem se descola para uma cidade do interior.
Do meu conhecimento, existe ainda mais uma bolsa, a bolsa de mérito, dada a alunos com média superior a 16.
Podem carregar aqui para aceder a um post relacionado com este assunto.

Trabalhar e estudar?
Depende. Há pessoas que não conseguem gerir o seu tempo para arranjar tempo para ir às aulas, trabalhar e estudar. Há outras que conseguem fazer tudo ao mesmo tempo e ainda para algo mais. Vai depender sempre do tipo de pessoa e da vontade de cada um. Conheço gente que consegue e outras pessoas que simplesmente não querem conseguir.
No entanto, existe o estatuto trabalhador-estudante que permite ao aluno que trabalha faltar às aulas sem penalização (já que um aluno normal que falta dois terços das aulas chumba por faltas) e tem acesso à época especial de exames.