Vamos pensar no seguinte: estás a tentar fazer um trabalho sobre o ADN do pombo do Sul de França e querias meter uma imagem no trabalho para dar um ar menos pesado a todo o texto e para dar um exemplo visual, também. O que significa se o artigo 13 acabar por ser aplicado totalmente? Não vais poder porque não vai haver imagens. 
              O que são exatamente estes artigos? O artigo 11: qualquer partilha pelos agregadores de notícias de uma notícia tem de pagar ao autor da notícia para o fazer. O artigo 13: aplicar filtros de upload nas plataformas para avaliarem o conteúdo antes de ser lançado, supostamente para proteger os direitos de autor. Claramente, as plataformas não têm possibilidades de controlar TODO o conteúdo que é colocado online sendo que iriam proibir todo e qualquer vídeo, imagem ou audio que tenha algo que seja sujeito a direitos de autor, independentemente do contexto. Isto parece decente, certo? Como é obvio, ninguém se oporia a uma lei que protege os teus direitos como criador de algo. Exceto, neste caso, da maneira como o artigo está escrito neste momento.
              Tirar uma fotografia com os amigos e aparecer um logótipo de uma empresa - a empresa pode processar o site onde colocaste a foto. Aquele jovem que canta maravilhosamente as músicas de outros artistas vai deixar de o poder fazer. Não será mais possível continuar a publicitar, positiva ou negativamente, marcas porque elas podem processar. Usar uma foto para dar um exemplo de algo - vai deixar de existir essa possibilidade. Publicar uma foto de um filme, série, outra coisa qualquer, numa rede social será proibido ou nem sequer possível, caso os CEO's das plataformas decidam retirarem-se da Europa.
             A base toda da internet é como se fosse um jarro de ideias que vais metendo coisas novas dentro, estão a ver? O conteúdo produzido tem sempre base num outro conteúdo visto, inspirando-se noutro conteúdo, ou seja, há sempre algo a mais por cima da criação original. Obviamente, depende sempre até que ponto se inspiram noutras pessoas - caso seja a 100%, isso é plágio. Tendo como exemplo o  Harlem Shake, é plágio ou é um desafio divertido e criativo? Porque o que este artigo vai fazer é vários conteúdos como o Harlem Shake serem bloqueados. 
                Estou constantemente e ver as pessoas a falarem que os youtubers vão ficar sem emprego e que estão aflitos por causa da lei - como é óbvio e normalíssimo. Como acham que os jornalistas e as televisões estariam se não pudessem mais transmitir a sua informação? Acham que ficavam felizes?  Aliás, não se trata só de youtubers - todas as redes sociais e Internet irá sofrer. Somos capazes de sofrer mais nós - consumidores de conteúdo - do que eles. 
               O Google, o Facebook, o Twitter, o Pinterest, o Tumblr e muitas outras plataformas online vão deixar de existir porque não vão querer levar com processos constantes de empresas que irão querer os seus "direitos de autor" reconhecidos. O pior de tudo é que não são os direitos de autor que estão a proteger porque muitas das plataformas já estão a proteger o conteúdo dos outros, o Youtube inclusive que é o que vai ser mais afetado. Ele tem o Content ID que faz com que todo e qualquer produto que seja utilizado num vídeo alheio seja enviado as receitas provenientes para o autor do produto. Vídeos, podcasts, imagens, notícias, tudo será censurado independentemente das situações. Aliás, eles já afirmaram que se os artigos começarem a ser aplicados que eles vão desligar os sites/aplicações na Europa. 
                Se o próprio criador do World Wide Web, ou seja, o criador da INTERNET, é contra o artigo 13 e afirma que vai contra tudo aquilo que esta invenção defende, vocês sabem que algo está muito errado. O pior de tudo é que as leis só afetam o digital, porquê? Parece tudo claro quando se vê que os media tradicionais se esforçam todos os dias para tentar chamar atenção dos jovens porque sabem que o seu conteúdo deixou de ter sucesso como antigamente - tanto que eles próprios já passaram para o digital. 
             O que me revolta ainda mais é o facto de que são sempre os adultos que não têm noção daquilo que estão a fazer que tomam decisões pelos mais novos, como se soubessem o que é melhor. Os jovens é que estão a ser afetados pelas ações que os "adultos" tomam sem sequer tomarem em consideração a nossa opinião. Vejam a demografia dos senhores deputados e vejam se sabem para que serve a internet. Sem ela não havia Justin Bieber, Felipe Neto, Inês Rocinha, Wuant, A Pipoca Mais Doce, A Maria Vaidosa, Rupi Kuir, Lilly Syngh. Todos os criadores de conteúdo que agora vocês gostam e se revêm neles não existiriam. Conseguem imaginar isso? A Internet possibilitou o ascender de novas estrelas e de outro tipo de empreendedores, algo que não se via antes ou que nem se imaginava ser possível.
               A lei já foi aprovada, os países vão agora reunirem-se internamente para resolverem como irão aplicar os artigos. Dizem que a lei ainda vai sofrer alterações até janeiro de 2019 e que o Parlamento Europeu ouviu as preocupações das pessoas, será que sim? Expliquem-me porque é que fazem uma lei sem consultar os próprios criadores de conteúdo para chegarem a um consenso benéfico para todos? Quando criam leis médicas chamam médicos e, neste caso, não chamaram youtubers e pessoas que trabalham com as redes sociais porquê? O trabalho deles nunca foi reconhecido porque não o consideram um trabalho fidedigno. Acho completamente estúpido quando se sabe perfeitamente que os empregos estão a evoluir, da mesma maneira que a tecnologia está, e não é considerado um trabalho como outro qualquer. Isto não é uma especulação, é a realidade: a partir do momento em que vejo comentários como "Os youtubers vão finalmente saber o que é ter um trabalho porque vão ter de ir lavar escadas." isso é apenas ridículo, além de estar a igualar lavar escadas a algo mau quando, novamente, é um trabalho como outro qualquer. 
              Jornais e sites de notícias da televisão estão a usar o vídeo do Wuant para o denegrir e dizerem que ele está a exagerar e a usar o vídeo dele e tweets dele: estou à espera que dêem o dinheiro que estão a receber do vosso "artigo" a ele já que estão a usar conteúdo dele. E não esqueçamos quando um canal da televisão portuguesa fez uma reportagem sobre YOUTUBERS e a difamar o trabalho deles - chegaram a dar as receitas que obtiveram a eles como o Youtube faz ou nem por isso?
               Acho que nada mais tenho acrescentar, a não ser para pedir aos deputados da União Europeia que pensem um bocado no bem que a Internet como a conhecemos agora trouxe. Falem com pessoas que realmente percebem do problema e que trabalham na área diariamente, comuniquem quais serão as consequências positivas ou negativas que os artigos vão ter, respondam às perguntas que são colocadas e ajudem-nos a compreender o vosso ponto de vista e peço, do fundo do coração, que compreendam o nosso ponto de vista também.
                Deixo-vos aqui um vídeo da Bumba na Fofinha que, honestamente, foi um dos melhores que vi sobre este assunto e que faz questões muito pertinentes sobre o assunto.
Como sempre, deixem a vossa opinião nos comentários e podem deixar também ideias para novos posts. Podem seguir-me no twitter e no instagram e carregar no "seguir" ali do lado para receberem notificação de quando publico. Partilha o post se gostaste e não te esqueças de me identificar se o fizeres!
Obrigada por continuarem até aqui,
Até já, Rainers!


                A quarta semana foi quase a semana que correu pior em todo o desafio. Só escrevi durante 2 dias durante a semana inteira: quinta feira (22): 1171 palavras; domingo (25): 605 palavras. Dá um total de 1.776 palavras (basicamente o que deveria escrever num só dia).
               Já a quinta e última semana correu ainda pior que a semana anterior: 1254 palavras no total, dividido entre terça (27) com 1004 palavras e domingo (30) com 250 palavras. 
               Concluindo e resumindo: correu melhor do que aquilo que esperava, sinceramente. Foram 11 mil palavras num mês, o que para mim equivale a 3 capítulos quase completos, muito mais do que escrevi durante o ano inteiro. Eu participei mais para ganhar a rotina de escrever e tentar perceber o que era o melhor para mim, não para ganhar o próprio desafio porque, além disso, nem sequer tenho a história toda planeada. Só tenho peças do puzzle grande que a história toda é e ajudou-me a, em momentos que não sabia como continuar, a puxar pela minha imaginação e detalhar melhor todos os pormenores.
                Claro que, se ganhasse, era bom, não vou mentir. A questão foi mesmo tentar provar a mim que mesmo não conseguindo chegar a um objetivo, que não desistia e que continuava a tentar mesmo estando LONGE de chegar à meta final. Consegui finalizar o mês com um bom número de palavras escritas, na minha opinião. Se conseguisse escrever tudo isso durante o ano inteiro, conseguia acabar o livro rapidamente.
Até para o ano, Nanowrimo! 

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Obrigada pela vossa atenção, até já Rainers! 

Somos seres de hábitos e de melhorias. Por muito pessimistas que alguns de nós sejam, eles querem melhorar e serem a melhor versão deles mesmos. Corre tudo mal, mas continuas a tentar - isso é o necessário para realmente conseguires chegar onde queres. 
Somos criaturas de comparações: ela é mais bonita que eu e ele conseguiu chegar primeiro onde eu queria e nem o mereceu. É impossível não comparar, nós queremos ser melhor, melhor que o vizinho e aquele ex-namorado que te fez mal, ou a bruxa da tua prima que tem a mania da superioridade.
Vamos então ser melhores, sim, mas melhores que o nosso eu de ontem, não com fulano ou fulana. A única comparação que deves fazer é apenas contigo mesm@. Olha para ti, lembra-te do que eras há seis meses, há um ano, há cinco anos atrás. O que mudou para pior? O que mudou para melhor? Inevitavelmente, algo mudou e pode mudar de novo porque a única constante da vida é a mudança.
De que adianta pensares que A conseguiu se não estás a fazer nada para tu conseguires? Valoriza-te. Aprende a dar-te valor e a tratar-te como se fosses o(a) teu(tua) melhor amigo(a). Tens objetivos? Boa, faz uma lista do que pretendes concluir e traça um plano de ação para chegar lá. Começa por algum lado. Faz uma pequena mudança na tua rotina. Não adianta ficares a lamentar-te quando podes fazer algo para ti, por ti.
Estás a sentir os teus pensamentos negativos aparecerem e aquela vozinha a dizer-te que não vais conseguir ou que o sobrinho da mulher do primo do teu tio conseguiu chegar lá rápido e é bem melhor do que tu. E daí? Qual é o problema? Só por haver alguém já no topo quer dizer que não possas estar também? Tu podes chegar lá, sim senhora.
Deixa a voz falar, não a ignores. Aliás, dá-lhe total atenção. Reconhece-a e dá-lhe o seu devido valor. Tudo bem, agora segue em frente. Essa voz é só a preparação daqueles que te querem bem, mas não melhores do que eles e tens de aprender a lidar com ela. As pessoas vão dizer-te que estás a seguir por caminhos incertos, que vai demorar, que devias ter outro plano, que devias ser mais como o Francisco. Deixa-as falar, a vida é tua, não do Francisco (a não ser que te chames Francisco).
O que tens a perder se seguires algo que gostas? Seguiste porque o teu coração te comandou - isso ninguém pode criticar. Além do mais, tens imenso tempo para mudar se não correr bem. A vida é cheia de tentativas erros até chegar à tentativa acertada e, ainda assim, pode ser a acertada, mas não para aquele momento da tua vida. Continua, persiste. O tempo que perdes é o teu, não é de mais ninguém. Tu vais conseguir. Eu acredito.

Espero que tenham gostado do post! Na verdade, eu estava a escrever isto para mim, para me lembrar destas mesmas palavras quando pensei que não sou a única a estar nesta situação ou a precisar de uma motivação para continuar. Acredita, porque eu acredito. O post é muito aleatório, eu tenho noção disso, mas foi mesmo escrito para mim.
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Eu acho que correu melhor do que as semanas anteriores pelo simples facto que finalmente atingi os quatro dígitos num dia. Ainda não foi a meta que era suposto, mas já é melhor! O meu total deveria ter sido 11.669 palavras, ou seja, chegar às 30.000 palavras escritas no domingo. Será que cheguei? (A resposta é bastante óbvia, mas pronto.)
Segunda feira (12): Não sei porquê, não consigo escrever às segundas. Okay, até sei porquê. É quando faço os posts para o blog e acabo por escrever tanto que fico sem vontade de usar palavras o resto do dia todo.
Terça (13): Oficialmente, o melhor dia que tive do Nanowrimo com 1,159 palavras escritas. Surpreendi-me a mim mesma porque mal comecei a escrever, não quis parar. E nunca quero parar, mas começa a cansar a cabeça e as palavras parecem sair todas iguais passado algum tempo. Quem me dera conseguir transformar diretamente as imagens que vejo acontecer da história em palavras perfeitas, mas ainda não há esse método.
Quarta (14): 991 palavras. Foi muito próximo de terça-feira e estou orgulhosa de mim, sinceramente.
Quinta (15), Sexta (16), Sábado (17): Nadita. Eu sei que foram demasiados dias a não escrever, mas eu precisava que uma pausa de tudo que envolve-se a minha criatividade, sinceramente. 
Domingo (18): 1,085 palavras. As ideias estão a começar a surgir naturalmente por causa de determinar uma certa hora a este atual ritual sagrado. Estou a gostar deste desafio.
O meu total foi de 3.235 palavras. Muito longe do objetivo, mas é algo!

Espero que tenham gostado do post.
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Até já, Rainers <3

Segunda-feira (5): Okay, então, a semana não começou bem. Fiquei a saber que um dos anúncios de emprego ao qual respondi e me responderam é falso. Eu realmente estava a achar que ia ter hipóteses e então percebi que era bom demais. Ao menos descobri antes de ir à entrevista. O meu medo de enviar os meus dados aumentou e enfim. Já estou cansada de enviar e não me chamarem, ou ser chamada e ser rejeitada. Porra.
Decidi colocar as poucas polaroids que tenho no espelho porque achei fofinho porque como ainda são pequeninas, achei que ficava fofinho ali para me dar um bocadinho de amor cada vez que as visse. A minha gata ganhou a mania de ir para debaixo do meu edredom e estou adorei provocá-la lá. 
Terça-feira (6): Então, a verdade é que fui a uma entrevista e até que correu bem, mas ao mesmo tempo não o quero dizer porque tenho medo que dê azar? Ugh, eu não sei gente. Está a ser difícil isto de ter emprego e de saber o que fazer, sinceramente. É um processo demasiado chato e doloroso para mim. Sinto que estou a falhar na vida, enfim. (A primeira foto é deste dia.)
Depois da entrevista fui a uma suposta sessão de informação sobre uma formação para o mercado de trabalho e eu a pensar que ia ser uma formação boa... Era de inglês. A pior parte é que eu já sou formada em inglês e tenho o nível superior ao que a escola me oferecia. Ainda assim, nem tudo foi mau. A menina que me explicou o que estávamos lá a fazer foi mesmo prestável e simpática comigo, disse-me dois sites bons para procurar trabalho e ainda me elogiou, dizendo que eu parecia tímida mas que dava para ver que eu tinha força interior, que era focada e sabia o que queria. Foi mesmo fofa.
Acabei por me deitar tarde porque estava a falar com uma amiga minha e não queria dormir, há dias que não tenho vontade nenhuma para isso. Essa minha amiga também me elogiou, a dizer que a incentivava a fazer um blog e inspirava para fazer algo. Sei lá, mas esse é um dos melhores elogios que posso ter e estava mesmo a precisar de o ouvir. Então chateei a minha gata e pedi-lhe um beijinho à esquimó. Ela é fofinha, eu sei. (Por favor, não notem na minha voz de bebé. Enfim.)
Quarta-feira (7): Estive praticamente a arrumar o meu pequeno escritório no sótão. Estava mesmo a precisar, novamente, de ter um espaço dedicado ao meu trabalho, à escrita para me dar inspiração e lembrar-me daquilo que quero. Para quem não sabe, por cima da minha secretária tenho um espaço com fotografias e imagens para me motivarem a continuar a fazer o que faço, mesmo que não tenha vontade nenhuma, uma espécie de mural dos sonhos que quero concretizar. As luzias dão logo um aspeto mais mágico então acaba por ajudar. 
Quinta-feira (8): Publiquei um capítulo de Adjacente, para quem quiser ler é só carregarem aqui! Continuei a organizar um pouco mais da bagunça visto que eu arrumava durante 5 minutos e sentava-me por 10 minutos.
Não sei porquê mas decidi ir ao OLX procurar roupa usada por curiosidade e apareceu-me tantos vestidos de noiva que não consegui evitar rir-me. As descrições eram algo como "Só usado uma vez" ou "Razão da venda: não pretendo usar mais." Por entre esses anúncios encontrei um que falava de prisão de ventre e outro de uma lingerie... se é que se pode chamar isso porque era literalmente uma fitinha a tapar os mamilos e outra no rabiosque. Teve mesmo piada ao ver os anúncios, não sei porquê. 
Por entre a confusão, encontrei os papéis que estavam amarrados aos balões que a minha afilhada me deu quando me fez o pedido de apadrinhamento. Sinceramente, estava mesmo a precisar de os ler de novo e até pus o meu favorito no meu mural para ler sempre que for preciso. 
Sexta-feira (9): Chegou a hora de arrumar o meu quarto que estava um desastre. Demorei tanto tempo porque estava a preferir irritar a gata. Tentei tirar-lhe uma foto com a Instax mas ficou tão péssimo que deu vontade de rir. 
Lá acabei por arrumar tudo e arrumei também a casa toda. À noite estive a comer as minhas bolachas favoritas e a ver vídeos no youtube. 
Sábado (10): Eu vou fazer melhorias em janeiro/fevereiro, estou a pensar em fazer a três cadeiras para melhorar a média a ver se consigo entrar no mestrado para o ano. A questão é que eu já nem sei estudar e deixa-me zangada (comigo mesma) ter de fazer melhoria a literatura porque eu sou mesmo má nisso. Eu sei tudo, consigo mesmo explicar as histórias que dámos, o problema é que também tenho de explicar a história e eu nunca faço isso e oculto certos detalhes porque na minha cabeça a professora já os sabe então porquê estar a repetir não é? Nessa cadeira específica, a avaliação era feita através de um essay e de um teste. Ora, eu tive 15 no essay e a professora até escreveu nele que era mesmo original e criativo. Cheguei ao teste e só tive 8. Fiquei tão desiludida comigo, sinceramente. Enfim. Vamos ver se este ano vai ser diferente. Vou tentar, pelo menos. 
Domingo (11): Oficialmente não me ligaram da entrevista a que fui. Deixou-me triste durante o dia todo, não vou mentir. É que está mesmo a ser difícil isto porque sinto que estou a falhar tanto aos meus pais, à minha geração, a mim. Só tenho de levantar a cabeça e continuar. Eventualmente, tudo vai fazer sentido, não é mesmo? Tenho de pensar positivo, mesmo que não dê às vezes.
TEMPO DE PIZZA. O jantar foi pizza e ficaram boas e bem recheadas. Ou é, ou não é. 
E a vossa semana, correu bem? Espero que tenham gostado do post.
Se tiverem dicas para posts que eu possa fazer deixem nos comentários, podem também comentar as vossas respostas às perguntas. Não se esqueçam de partilhar se gostaram e sigam-me aqui (basta carregar no seguir na barra lateral) para ter acesso aos posts mal saiam e sigam-me nas redes sociais para receberem possíveis excertos dos posts! 
Até já, Rainers <3

               Ora, não melhorou muito, não. O Nanowrimo é assim um pouco (muito) mais complicado do que eu pensava ser e eu sei que já disse isto antes, mas quis dar enfâse. Esta semana contabilizo 2.529 palavras quando devia ter escrito 11.669. A razão pela qual ainda continuo é porque é melhor do que nada, sinceramente (e não quero desistir). Ainda assim, estou a conseguir fazer melhorias e avanços ótimos já que criar uma rotina de escrita ajuda IMENSO para acabar um livro. Honestamente, este evento é só uma desculpa para criar essa mesma rotina e continuar com ela mesmo que o mês de novembro acabe. 
              Na segunda-feira (5) escrevi NADINHA. Estive a fazer conteúdo para o blog, não me dando muito tempo para escrever. Além disso, a preguiça também não ajudou. Precisava de uma pausa, peço desculpa.
                 Terça-feira (6) foi o melhor dia disto: escrevi 838 palavras. Não consigo fazer mais do que isto, eu acho. A minha concentração está mesmo péssima e distraio-me com pequenas coisas. Acabei por parar de escrever à meia noite porque disse que queria ir dormir cedo e não fui porque estive a falar com uma amiga minha e só me deitei à 1h30 da manhã, enfim. A vontade de me deitar não era muita, claramente. E também tentei esta coisa de fazer vídeo sabem, mas não sei se resultou bem.
(peço desculpa pela edição rasca E acabei por escrever mais porque já que não estava a fazer mais nada né)
              Na quarta-feira (7) lá foram as 605 palavras e consegui acabar um capítulo. O quarto capítulo de Adjacente foi publicado no dia seguinte, mas estava finalizado. Podem vê-lo aqui.
              Quinta-feira (8) foi o segundo pior dia de escrita em termos de números, mas mesmo assim consegui escrever 189 palavras. Podia ter sido zero.
              Sexta-feira (9), novamente, NADINHA. Eu sei que parece que não me estou a esforçar, e talvez não esteja, enfim. Às vezes tenho motivação, outras não. Têm sido dias complicados mentalmente, o que não me permite escrever tanto quanto eu gostaria. 
              Sábado (10): 159 palavras. Só. Eu sei. No entanto, preferia estar na companhia da minha mãe do que estar à frente de um computador a escrever (e a distrair-me). 
              No domingo (11) consegui voltar ao ritmo e escrevi 739 palavras. 
Não consigo fazer melhor do que isto, minha gente. Enfim. Desejem-me sorte!
Até já, Rainers,

Estava a ver fotos no instagram de pessoas que estão a viajar e estava a ficar tristinha por não poder fazer o mesmo. O lado positivo é que deu-me ideia para um post para o blog, então nem tudo está mau! Ora, reuni 16 lugares que gostaria muito de ir e explorar. As fotos claramente não são minhas porque ainda (repito, AINDA) não fui aos sítios pretendidos. É um post longo então peço desculpa desde já, aproveitem!

1. ruas de - amesterdão.

Desde A Culpa é das Estrelas que o meu desejo de visitar Amesterdão tem crescido imenso, especialmente se for no outono ou na primavera, que acho que são as melhores épocas para visitar a cidade. Muita gente que sigo já foi lá e as fotografias mostram a tamanha beleza que a capital da Holanda possui. As ruas estão cheias de árvores ou flores, despidas ou verdinhas, o que dá um ar tão, mas tão bonito à área. A sério, será sem dúvida um dos destinos que vou visitar antes de morrer.

2. disneyland paris - frança.

A minha criança interior grita quando ouve estas duas palavras. Estou a tentar não usar capslock para parecer mais profissional e com maturidade. Toda gente sabe que adoro a Disney e toda gente sabe que eu vou lá eventualmente. Gostava de ir no inverno por causa da neve e tal, mas aconselharam-me a não o fazer porque podem cancelar o desfile e, quero dizer não é, quem não quer ver o desfile? Não conseguem ver, mas eu estou a manter a calma só de pensar nisso. O meu signo é muito de parecer que está tudo bem e por dentro estar a casa arder então eu sei fingir isto bem, não é verdade?

3. torre eiffel - frança.

Isto é um clássico, eu sei. Ainda assim, não consigo evitar não colocar na lista. Je ne sais pas parler francais (ainda e sim, tive de ir ao google tradutor ver como se escrevia), mas a França toda é um destino imperdível. Muitos destinos que quero visitar são virados para esse país, não consigo controlar. O meu namorado diz que dá para subir até lá cima e que tem restaurantes e lojinhas, e um vidro a servir de chão que mete medo ao susto. Quero demasiado ver isso. Além disso, a Lady Bug está lá muitas vezes a salvar pessoas, pode ser que eu tenha a oportunidade de a conhecer.

4. museu de van gogh - amesterdão.

Van Gogh é tão fofinho. Eu vi um filme sobre a vida dele e chorei porque ele só foi reconhecido depois de morrer e é triste porque ele morreu sem saber o grande artista que era. Ainda por cima o museu tem um jardim de girassóis e são a minha flor favorita, estou a gritar internamente de alegria por ser tão fofo e por terem pensado em fazer um jardim assim. Só quero reavivar o homem e dizer-lhe "tu és um artista e não és maluco por comeres tinta amarela, se eu não fosse tão germofóbica e hipocondríaca, eu também comia." e deixá-lo morrer de novo para poder estar morto em paz com ele mesmo. 

5. maat - portugal.

Quem não planeou bem a road trip e não foi ao museu que queria? Eu. Ora, nós estivemos lá perto, mas já era um pouquinho tarde, infelizmente. Ainda assim, o museu está na minha lista e vou visitar Lisboa de novo só para o ir ver. Quem é que não gosta de um museu que tenha arte, arquitetura e tecnologia, tudo junto? MAAT, me espera amor.

6. parque jardins da baía - singapura.

Eu fiz um trabalho no secundário sobre um país de língua inglesa e Singapura pareceu-me um nome bonito então escolhi esse. Meu Deus, que cidade! É tão elétrica e bonita e especial e arquitetónica e artística e sei lá, é linda! Tenho imensas coisas que quero visitar lá, mas este parque é um deles. Consistem em 3 jardins e foram construído pelo governo para melhorar a qualidade de vida ao introduzir espaços verdes. 

7. a praça vermelha - rússia.

Eu sei que a Rússia não é a praia de toda gente e entendo, as aulas de história fizeram-me entender o porquê. No entanto, não podemos negar o facto de ter uma arquitetura bonita e interessante. Além de que cai neve lá! Esta praça tem quatro edifícios lindos: a Catedral de São Basílio, o Kremlin de Moscou, o Museu Histórico do Estado (o que se vê nesta foto) e a GUM de Moscou. É pura beleza. 

8. zurique, berna e genebra - suíça.

A Suíça sempre foi um país que me chamou atenção porque tenho família lá emigrada. Não sei exatamente onde estão, mas sei que é algures lá. Tem neve, conquista-me logo. A ordem das imagens é exatamente a ordem do subtítulo e digam lá que não são cidades lindas? Acho que é um país que é lindo em qualquer estação. 

9. cn tower - canadá.

No mesmo ano que falei sobre Singapura, umas colegas minhas falaram sobre Canadá. Ora, desde de que o Trump foi eleito que comecei a pensar mudar-me para o Canadá, invés de ir para os Estados Unidos da América porque de unidos não tem nada graças aos desumanos que vivem lá, enfim. E ela falou do CN Tower e fiquei mesmo interessada em visitar. É a terceira torre mais alta do mundo, se não estou errada, e eu não sei se tenho vertigens, mas era uma boa maneira de saber.

10. grand canyon - eua.

Isto é outro grande clássico. O Grand Canyon é um essencial de se ver para quem vai à América, toda gente sabe disso. É algo mesmo lindo e faz-me lembrar o Rei Leão, quando Mafusa morre. Não estou a chorar, tu é que estás. 

11. mount rushmore - eua. 

Culpem Phineas e Ferb que fizeram a cara da irmã nas rochas. Eu agora também quero a minha lá. Fora de brincadeiras - admiro muito o Abraham Lincoln e seria bom ver a cara dele em grande já que não posso ver ao vivo. Ele viajou para o espaço e deixou-nos com o Trump. Sério, senhor Lincoln? Podia voltar, sabe? Está perdoado.

11. cascatas do niagara - canadá.

Inspirada pelo filme Up - Altamente, quero um dia poder meter balões na minha casinha e voar até lá. Não pretendo, de todo, saltar de lá de cima, mas dar assim uma vista de olhos não faz mal a ninguém - se não desmaiar ao ver o quão assustador seria se alguém caísse ali. 

12. monumento de washington - eua.

Sou básica, que posso eu fazer? E gosto de coisas que tenham história e significado. Enfim, não posso mudar. Ainda por cima aparece sempre este monumento quando vejo séries que envolvem segredos do estado e CIA e FBI e adoro. Além disso, foi construído como homenagem a George Washington e já ouvi tanto sobre ele em história que sinto que somos amigos. Fizeste um bom país, meu caro, volta. 

13. big ben e london eye - inglaterra. 

Londres é o sítio que todos os europeus querem ir, pronto. Quase tive a oportunidade de ir no secundário, mas escolhi ir a Sevilha e não me arrependo de nada! O sotaque faz-me derreter e o frio faz-me congelar, é uma boa combinação, eu acho. 

14. castelo de edimburgo - escócia. 

Adoro castelos e gosto de Edimburgo então acho que faz sentido ir aqui. Aposto que vou sentir que sou o Rei Artur e vou usar a excalibur para matar todos aqueles que façam mal aos bichinhos fofinhos do planeta terra. 

15. central park - eua.

Nos filmes o parque tem esquilos e eu nunca vi um esquilinho fofinho - o Alvin não conta. Eu não sou de viver numa cidade enorme como Nova Iorque, mas visitar é uma história totalmente diferente. Sinto-me inspirada por sítios que me fazem sentir assim uma peça minúscula que funciona na grande máquina que é o universo. 

16. palácio de versalhes - frança.

Sou facilmente influenciada por coisas bonitas, peço desculpa. A história de França e da revolução francesa sempre me tocou um bocadinho, não sei porquê sinceramente. O povo libertou-se do mal - o povinho que acredita que a extrema direita é que é bom devia aprender com os franceses e alemães, só dando uma dica. Além disso, o palácio é simplesmente lindo. Excessivo para se viver nele, mas lindo. 

Espero que tenham gostado! Digam nos comentários que sítios ou cidades ou países gostariam de visitar! 
Até já, Rainers!

Para quem não sabe, outono e inverno são as minhas épocas favoritas. Tecnicamente nasci no verão, mas se fosse dois dias mais tarde já era outono então outono está aqui dentro do meu coração, entendem? Se bem que agora a linha é muito fina entre primavera e verão, outono e inverno já que parece que agora só há verão e inverno. Não está muito quente, mas está um sol gostoso com uma brisa fria: adoro. Então decidi trazer uma tag fofinha para aqui e falar um pouco de mim também, sendo que a última TAG fez mesmo sucesso. Encontrei-a no blog Língua Afiada e nomeio quem a quiser fazer. Vamos a isto!
1. Café ou Chocolate - Como preferes o café ou o chocolate no Outono, e que marca bebes com mais frequência?
Chocolate quente, sem dúvida. Café não é muito a minha onda, apesar de beber de vez enquanto. Se acrescentarem um pouquinho de natas por cima e uma pitada de canela, então aí sim é perfeito.

2. Acessórios de Outono - o que optas mais por usar (gorros, cachecóis, luvas, etc.)?
Não sou muito de gorros, mas tenho um que gosto imenso de usar; aqueles cachecóis que imitam mantas são os meus favoritos porque dá para aquecer as pernas também e não consigo usar luvas, de todo: sinto que me limita imenso e não posso pegar em alguma coisa porque não sinto nada nos dedos.

3. Música - Que tipo de música ouves durante o Outono?
Normalmente é a época que me inspira mais, a queda da folha e as coisas a morrerem para depois renascerem, entaõ a ver? Então fico super motivada para fazer algo e, ao mesmo tempo, sinto uma nostalgia tremenda do passado. Contudo, acho que ouço o mesmo tipo de música o ano inteiro, só que como tenho a tendência para escrever por esta altura, acabo por ouvir música mais nostalgica e tristinha. Tenho já uma playlist preparada para isso até.

4. Perfume - que tipo de perfume usas nesta estação do ano?
Como já referi antes, sou muito esquisita com perfumes. Ainda assim, uso o mesmo durante o ano inteiro e encontrei o meu preferido que é o Pink Flambé da Zara. 

5. Velas - que cheiro gostas mais durante esta altura do ano?
TODAS. Eu gosto de todas, principalmente um cheirinho assim harmonioso e aconchegante como canela e maça ou baunilha ou frutos vermelhos.

6. O que gostas mais do Outono?
As cores das folhas, as árvores despidas, o cheirinho a terra e chuva, a brisa fria, o sol ameno, poder usar pijamas quentinhos, a cama fica com mais roupa (ou seja, mais pesada, ou seja, não se desfaz tanto, ou seja, mais fácil de a fazer), poder beber chá ou chocolate quente, usar meias fofinhas, e outras coisinhas que me estou a esquecer, claramente.

7. A maquilhagem preferida para o Outono.
Eu sou muito básica, então apenas uso tons castanhos e roxos e verdes porque são cores que combinam com a cor dos meus olhos e, claramente, são tons do outono. 

8. O que esperas fazer mais neste Outono?
Espero não me molhar tantas vezes comparado ao ano passado, mas já sei que não vai acontecer porque aqui a miudinha já não usa transportes públicos (se bem que era sempre momentos bem passados a ouvir música enquanto fingia que estava num vídeoclipe triste). Espero ver muitos filmes no conforto da minha cama, assim como conseguir acabar o Nanowrimo mas ESTÁ DIFÍCIL. Honestamente, o que espero mais é mesmo arranjar um bom emprego que me satisfaça pessoalmente e economicamente. Enfim. *cruzando os dedos*.

Espero que tenham gostado, Rainers. Se tiverem dicas para posts que eu possa fazer deixem nos comentários, podem também comentar as vossas respostas às perguntas. Não se esqueçam de partilhar se gostaram e sigam-me aqui (basta carregar no seguir na barra lateral) para ter acesso aos posts mal saiam e sigam-me nas redes sociais para receberem possíveis excertos dos posts! 
Até já, Rainers <3

(foto retirada da internet)
Género: Aventura 
Data de estreia: 31/10/2018 
Título Original: The Nutcracker and the Four Realms 
Realizadores: Lasse Hallström & Joe Johnston 
Actores: Mackenzie Foy, Keira Knightley, Matthew Macfadyen  
País: EUA 
Ano: 2018 
Duração (minutos): 100
Música composta por: James Newton Howard
Produtora: Walt Disney Pictures
Adaptação de: O Quebra-Nozes, O Quebra-Nozes e o Rei dos Camundongos
Sinopse: Tudo o que Clara (Mackenzie Foy) quer é uma chave - uma chave única que irá desbloquear uma caixa que tem um presente inestimável. Um fio de ouro, que lhe foi dado na festa anual do seu padrinho, Drosselmeyer (Morgan Freeman), leva-a à tão cobiçada chave, que faz com que rapidamente desapareca para um paralelo e misterioso mundo. É lá que Clara encontra um soldado chamado Phillip (Jayden Fowora-Knight), um grupo de ratos e os regentes que governam os três Reinos: a Terra dos Flocos de Neve, a Terra das Flores e a Terra dos Doces. Clara e Phillip devem enfrentar o sinistro Quarto Reino, lar da tirana Mãe Ruiva (Helen Mirren), para recuperarem a chave de Clara e trazerem de volta a harmonia a este mundo.
                  Eu acho que toda gente sabe o meu amor pela Disney e os filmes produzidos por todo esse ambiente de criancice e esperança. As princesas não são muito a minha onda, a não ser as mais recentes, mas o resto tornam-se os meus filmes favoritos rapidamente. O Quebra-Nozes e os Quatro Reinos não é exceção, como é óbvio.
                  O filme retrata a história de uma menina, a Clara, que se sente perdida na sua própria vida, na sua própria família. A mãe morreu há pouco tempo e a altura do Natal pesa sempre, como é de imaginar. O pai dá a cada filho um presente que foi destinado pela mãe antes de morrer. À Clara, dá-lhe uma caixa de música que necessita de uma chave, com um recado que dizia "tudo o que precisas está aqui dentro". Entretanto, vai a uma festa de Natal de um familiar, o qual conhecia muito bem a sua mãe. Nessa festa, ele tem o hábito de dar prendas às crianças mas têm de seguir um fio até chegar lá. O fio da Clara leva-a a um novo mundo: o mundo que a mãe criou. Aí percebe que tudo se percebe dependendo da perspetiva que vês as coisas, além de outras coisas. Não vou falar mais, não querendo dar spoilers.
                  O que vou dizer é que apesar de ser tendenciosa sobre o filme, acredito que não seja só a minha opinião de que realmente é uma boa produção. Os gráficos são fantásticos, as animações igualmente, o elenco foi muito bem escolhido e a história não parece ter falhas, a banda sonora encaixa-se perfeitamente em casa momento.
Obviamente, o que me chamou mais à atenção foi, sem dúvida, a história em si. A forma como colocaram mensagens positivas de maneira escondida e subtil, mensagens de coragem e de confiança, de força - o comum num filme da Disney, eu sei, e é por isso mesmo que adoro os filmes. Não é daqueles tipos de filmes que são clichés e te dizem "sê feliz como tu és" de maneira direta e forçada, entendem? Pelo menos, é o que eu penso. Acho que a atriz que faz de Clara, Mackenzie Foy, foi muito importante para retratar tão bem a história porque dá uma camada inocente, doce, mas corajosa e determinada ao mesmo tempo. 
                  Honestamente, eu sinto-me um bocado como a Clara no início do filme - perdida e a sentir-me a mais, não saber o seu lugar. É um sentimento que tenho encontrado muito ao longo da minha vida, talvez seja por isso que tenho um carinho extra especial. Com o desenvolver da história, ela cresce, ela luta por algo que não conhece totalmente mas que acha ser o correto e não sabe bem se vai correr bem, mas tenta na mesma. Acho que as miúdas de todas as gerações estavam a precisar de um filme como este por parte da Disney - uma mulher poderosa. Claro que A Bela e o Monstro (2017) veio ajudar muito o estigma que as mulheres são frágeis e precisam de um homem para se salvar (tal como acontece com as princesas da Disney antigas, daí eu não gostar muito delas), mas este, por ser uma menina mais nova, talvez faça entender tantas outras meninas que a sua voz é ouvida falando alto o suficiente e que são capazes de tudo.

Votação: 
▲◭

E então? O vosso interesse pelo filme despertou? 
Até já, Rainers,

             Eu estava a pensar em fazer as atualizações de como o evento estava a correr em formato vídeo, mas não consigo mesmo ser livre em frente a uma câmara - não para já, pelo menos. O formato texto é muito mais confortável para mim, então, aqui está ele.
             Para quem não sabe, eu decidi participar no Nanowrimo de 2018. Expliquei tudo num post em que falei como me iria preparar para o evento, se quiserem ler é só carregar aqui. Basicamente consiste em escrever 50.000 palavras no mês de Novembro - no conceito dos criadores, esse é o valor de palavras que um livro tem (apesar de que pode ter mais ou menos).
             Eu decidi continuar a escrever Adjacente, a sequela do meu primeiro livro já escrito e em processos de edição: Evanescente. Ambos encontram-se no meu wattpad se quiserem espreitar. 
             Devo dizer que pouco escrevi em quatro dias: 2.336 palavras. Era suposto já ter escrito 6.668 palavras. No entanto, já fiz mais progresso do que anteriormente, então, não posso totalmente queixar-me. A minha desculpa continuamente foi que estava com o meu namorado e tinha o direito de aproveitar o pouquinho tempo que tinha com ele, ainda assim, devo admitir que não me preparei tão bem quanto devia. O planeamento que fiz foi muito superficial e vago, a próxima semana vai ser dedicada a isso mesmo.

              Comecei quinta feira, dia 1, com um tempinho que tive antes de ir dormir enquanto o meu namorado jogava. Admito que não foi propriamente o sítio nem o tempo ideal para tal porque estava um tanto cansada e a cama só me dava mais sono. Conclui o dia com 621 palavras. 
           Sexta feira (dia 2) foi o dia que escrevi mais dos quatro dias, com 729 palavras escritas enquanto esperava que o meu namorado me viesse buscar para ir ao cinema. Estava entretida a escrever e tive uma ideia um tanto boa para o enredo, daí a animação para continuar. A minha mãe estava a passar a ferro ao meu lado e acho que o facto de ter alguém que, na minha cabeça, penso que me vai manter na linha para fazer o que tenho a fazer ajuda um pouco.
           Sábado (dia 3) foi o dia que escrevi menos, muito menos: foram apenas 338 palavras enquanto editava uma coisas anteriores e escrevi um paragrafo adicional. Eu não sabia mesmo o que escrever, honestamente, e estava tudo menos concentrada porque estava a televisão ligada e dava-me para ir às redes sociais ver coisas aleatórias, ou jogar Candy Crush. A distração foi demasiada, eu sei.
               Domingo (dia 4) foi um dia e tanto em que passei cerca de duas horas a escrever mais umas pequenas cenas, nada muito elaborado mas rendeu-me 649 palavras, um avanço de quase uma página A4. 
            No final, acumulou quatro páginas completas ao livro. Mais avanço do que os últimos meses juntos, sinceramente. Não estou propriamente orgulhosa por não atingir o objetivo das 1.667 palavras diárias, contudo, é bem melhor do que nada. A próxima semana suponho que seja melhor, ou talvez não, mas o que importa é realmente fazer o esforço para continuar e efetivamente, conseguir algo, nem que seja pouquinho. Como costumo dizer, basta um tentar para conseguir.
Até já, Rainers.


semana 44 - 29 de outubro a 4 de novembro.

Segunda: A entrevista correu mal. O dia correu mal. Enfim. Acabei por adormecer durante a tarde enquanto estava a ver vídeos sobre DID (Dissociative Identity Disorder) e achei mesmo "incrível" como a mente funciona. Basicamente a mente cria personagens além da pessoa que nasceu com o corpo devido a traumas para proteger a pessoa e podem aparecer em situações diversas, ou até quando estão a falar com alguém no dia-a-dia. Os assuntos de psiquiatria e psicologia sempre me interessaram muito, honestamente, pelo facto de haver tanta coisa que ainda não foi descoberta e como a mente nos protege de certas coisas, mesmo inconscientemente. 
Terça: Passei a tarde a procurar ideias sobre o que poderia fazer para a noite de Halloween. Na verdade, também estive a ver se saía na quarta à noite ou não - típico.
Li um pouco de Almost Adulting e estou mesmo adorar o livro, honestamente. Estou num tempo da minha vida que estava mesmo a precisar de algo assim.
Ainda por cima, a minha motivação para qualquer coisa foi-se embora quando reparei que tinha aquele post dos meus produtos de beleza favoritos como rascunho e não tinha qualquer informação que tinha escrito. Foi o artigo que estava mais orgulhosa esteticamente de ter feito, tinha estado a tarde inteira a trabalhar nele e puff, foi-se. Não houve maneira de o recuperar, nenhuma das tentativas que pesquisei funcionou. 
Quarta: Ora, o combinado foi sair mas a vontade era um pouco nula... No entanto, estava disposta a ignorar o facto de as coisas não se estarem a alinhar e de simplesmente me investir no presente. Então, a tarde foi passada à procura de inspiração, até que decidi ir com um dos looks que publiquei no post de hoje: a rainha do mal. Foi básico e simples de fazer, não poderia pedir outra coisa: comprei flores pretas e amarrei-as a uma fita de cabelo. A maquilhagem foi à base de um esfumado preto (do qual fiquei um tanto orgulhosa por ter conseguido esfumar e trabalhar bem a sombra), misturei dois tons de roxo para dar um efeito de pisadura e inchaço, e usei um lápis preto para fazer as "veias". Juntei ainda bronzer com um pouco de roxo para dar um ar mais de morta e um batom preto (que fiquei viciada em querer usar). A roupa foi bastante básica também: um body preto, saia preta, meias de renda mais meias que vão até à coxa, botas de salto pretas e uma bata de médico por cima. Isto foi tudo muito improvisado e foi apenas inspirado no look que publiquei sendo que acabei por ser uma médica do mal com toques de vampira? Não sei bem.
Obviamente, a melhor parte foi que o meu namorado veio hoje para Portugal e fomos sair e foi tão bom tê-lo comigo. Há mais de um mês que não o via e poder sentir o toque e o cheiro dele foi tão bom!

Quinta: Chegamos um pouquinho tarde a casa, logo ficamos até tarde a dormir (apesar de quando durmo com ele ficamos sempre até tarde na cama, ele dorme demasiado). A tarde foi passada a ver televisão (ele via, eu dormia). À noite fomos para minha casa e comemos pizza, PIZZAAAAAAA.
 Sexta: Passei a tarde a arrumar a casa e à noite fui ao cinema com ele. Fomos ver Quebra-Nozes e os Quatro Reinos e foi tão bom! Recomendo 100%. Em breve sai a minha opinião sobre o filme. No final do filme fomos beber algo e ficamos quase até ao Braga Parque fechar. Estava à espera de duas respostas das duas entrevistas que fiz e nada. Não foi desta que arranjei trabalho.

Sábado: A irmã do meu namorado marcou um jantar de amigos e decidi usar maquilhagem porque, enfim, estava no mood para me sentir mais arrumada que o normal. Fiz o eyeliner que gosto tanto de fazer que é só acrescentar um pontinho no fim e usar lápis branco para fazer duplo eyeliner. Acho que dá um toquezinho diferente.
Antes de jantar o meu namorado colocou-me um gorro na cabeça e, aparentemente, gosto mesmo de me ver com ele: disse que ficava fofa com ele. 
E, é claro, que levei o Monopólio para jogar porque não tenho ninguém em casa que queira jogar comigo, vida triste. De alguma maneira, em três jogos foi ele que ganhou quando quase sempre lhe ganho. Ele roubou-me a sorte, claramente.
Domingo: Acordamos tarde novamente, como é o normal. É o dia de ele ir embora e então dá aquela sensação de saudades antecipadas porque enfim... Acontece sempre, como é óbvio, e fica fácil e difícil ao mesmo tempo. Tornou-se mais fácil aliviar a preocupação enquanto viaja até lá ou quando vem, mas tornou-se mais difícil vê-lo ir. 

Espero que a vossa semana tenha corrido bem! 
Até já, Rainers!