◍ o grande showman, a grande esperança.

(foto retirada do Google)
        Há pouco mais de duas semanas fui ao cinema com o meu namorado ver The Greatest Showman. Era um filme que queria imenso ver e estava entusiasmada por causa do trailer incrível que fizeram. Vou ser sincera, fiquei interessada por ter a Zendaya, no início. Contudo, a história em si trouxe-me curiosidade sobre o que realmente a história era sobre. 
             O filme retrata a biografia de um homem, P. T. Barnum, que quer dar o melhor que pode à sua família. Fica desempregado e, não sabendo o que o futuro lhe espera, ele decide seguir os seus sonhos de criança. Ele cria um espetáculo que envolve pessoas diferentes que são consideradas bizarras ou desiguais do resto da sociedade, os que são postos de parte. Barnum incentiva-os a mostrarem as suas diferenças e ensina-os que ser diferente é bom. 
             A obra é realmente bastante simples já que conta a história do criador do que é hoje o que consideramos circo. O trama é facilmente comparado a problemas do dia a dia, questões que se colocam nas nossas próprias vidas: seguir os nossos sonhos arriscando tudo, conseguir alcançar os nossos objetivos, críticas que recebemos de outras pessoas, ultrapassar obstáculos, mostrar o que realmente valemos, não esconder as nossas desigualdades. E é isso que torna o filme tão apelativo e aconchegante para o público já que é muito fácil identificar-se com as personagens. Acaba-se por se sentir dentro do próprio circo, sendo mais um espectador do espetáculo que Barnum cria, mesmo quando conta a sua história pessoal ou a história das outras personagens. 
             Para além de ser tudo lindamente gravado, o roteiro é muito direto, sem quaisquer reviravoltas impossíveis (ainda que bastante surpreendentes). Sendo um musical, as músicas ficam na cabeça e, devo admitir, talvez use algumas nas minhas playlists por serem tão boas. Trazem uma sensação de esperança em cada palavra, assim como o filme inteiro faz. 
             Uma das frases que me encheu o coração foi "Nunca ninguém fez a diferença sendo igual a todos os outros." A sociedade está tão mecanizada para ser igual porque é bom fazer parte do normal que se esquece que são as diferenças que trazem o extraordinário para as nossas vidas. 
             O filme está cheio de inspiração e fantasia e felicidade. Mesmo agora, ao relembrar o filme estou com as lágrimas nos olhos. Não posso falar muito mais para não estragar e dar spoilers. Basicamente: RECOMENDO IMENSO.

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